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Design Gráfico PDF Imprimir E-mail
Atuando no mercado de Design gráfico desde 1.980 a Q Studio oferece serviços na área de comunicação.
Realizamos serviços de:
  • Identidade Corporativa;
  • Desenvolvimento de logomarca e papelaria; 
  • Identidade visual;
  • Sinalização intera e externa;
  • Sinalização de frota;
  • Folder;
  • Papel carta;
  • Envelopes;
  • Jornal;
  • Revista impressa e/ou eletrônica;
  • Boletim impresso e/ou eletrônico;
  • Embalagem;
  • Vestuário ou uniforme empresarial;
  • Rótulos;
  • Acessoria em comunicação;
  • Animação para vinhetas.
A Q Studio procura desenvolver um trabalho adequado às suas necessidades. Consulte-nos para um orçamento para o planejamento de comunicação da sua empresa.

Programação Visual - Definição e Estrutura

A programação visual é um conjunto de técnicas que nos permite ordenar a forma pela qual se faz a comunicação visual. O emprego da programação visual vem sendo feito há muito tempo, mas seu ensino acadêmico, com base científica, começou em 1919 na Bauhaus, um marco nas origens do design.

A formação acadêmica em programação visual é promovida por faculdades e escolas de design. No Brasil, a escola pioneira a oferecer habilitação superior foi a ESDI (1962).

Design

Denomina-se Design qualquer processo técnico e criativo relacionado à configuração, concepção, elaboração e especificação de um artefato. Esse processo normalmente é orientado por uma intenção ou objetivo, ou para a solução de um problema.

Exemplos de coisas que se podem projetar incluem muitos tipos de objetos, como utensílios domésticos, vestimentas, máquinas, ambientes, e também imagens, como em peças gráficas, famílias de letras, livros e interfaces digitais de softwares ou de páginas da internet, entre outros.

Design é também a profissão que projeta os artefatos. Existem diversas especializações, de acordo com o tipo de coisa a projetar. Atualmente as mais comuns são o design Industrial, design de produto, design visual, design de moda e o design de interiores. O profissional que trabalha na área de design é chamado de designer.

Finalmente, o design pode ser também uma qualidade daquilo que foi projetado.

O termo deriva, originalmente, de designare, palavra em latim, sendo mais tarde adaptado para o inglês design. Houve uma série de tentativas de tradução do termo, mas os possíveis nomes como projética industrial acabaram em desuso.

O estudo do design

O estudo do design sempre esteve ligado a outras áreas do conhecimento como a psicologia, a teoria da arte, a comunicação, a ciência da cognição, entre muitas outras. No entanto, o design possui um conhecimento próprio que se desenvolveu através da sua história, mas tem se tornado mais evidente nos últimos anos. Isso pode ser percebido pela criação de cursos de doutorado e mestrado específicos sobre design, no Brasil e no resto do mundo.

Um exemplo desse tipo de conhecimento é o estudo da tipografia, sua história e seu papel na estruturação do conhecimento humano.

Existem várias áreas de design, cada uma específica para cada área industrial ou comercial.

Filosofia do Design

A Filosofia do Design é o estudo das hipóteses, das fundações, e das implicações do design. O campo é definido por um interesse em um conjunto de problemas, ou interesse nas preocupações centrais ou fundamentais do design. Além desses problemas centrais para o design como um todo, muitos filósofos do design consideram que esses problemas como aplicados às disciplinas específicas (por exemplo, a filosofia da arte). Embora a maioria dos praticantes serem filósofos, vários designers e artistas proeminentes que contribuíram para o campo.

Vilém Flusser foi um filósofo tcheco, naturalizado brasileiro. Estudou a relação entre os objetos e os seres humanos, com especial atenção a fotografia.

Design Gráfico

Entendamos o Design Gráfico como uma forma de comunicar visualmente um conceito, uma idéia, através de técnicas formais. Podemos ainda considerá-lo como um meio de estruturar e dar forma à comunicação impressa, em que, no geral, se trabalha o relacionamento entre ‘imagem’ e texto.

Trata-se de uma profissão levada a cabo pelo designer gráfico que estende a sua área de ação aos diversos meios impressos de comunicação, resultando, mais concretamente, nas seguintes aplicações:

Um designer gráfico é, convenientemente, um conhecedor e utilizador das mais variadas técnicas e ferramentas de desenho, mas não só. O Designer Gráfico tem como principal moeda de troca a habilidade para aliar a sua capacidade técnica à crítica e ao repertório conceitual, sendo fornecedor de matéria-prima intelectual, baseada numa cultura visual, social e psicológica. Não é apenas um mero executante, mas sim um condutor criativo que tem em vista um objectivo comunicacional.

O estudo do design gráfico sempre esteve ligado à outras áreas do conhecimento como a psicologia, teoria da arte, comunicação, ciência da cognição, entre muitas outras. No entanto o design gráfico possui um conhecimento próprio que se desenvolveu através da sua história, mas tem se tornado mais evidente nos últimos anos. Algo que pode ser percebido pela criação de cursos de doutorado e mestrado, específicos sobre design, no Brasil e no resto do mundo.

Um exemplo desse tipo de conhecimento é o estudo da tipografia, sua história e seu papel na estruturação do conhecimento humano.

História do design gráfico

O design gráfico é uma atividade que tem suas origens na pré-história com as primeiras pinturas em cavernas, como as de Lascaux e se estendem através do tempo até as luzes de neon de Ginza. Desde a história antiga até os tempos recentes da explosão da comunicação visual do século XXI, não há uma distinção clara das definições de propaganda, design gráfico e arte refinada. Afinal de contas, eles compartilham muitos dos mesmos elementos, teorias, princípios, práticas e linguagens. Na propaganda, o objetivo final é a venda de bens e serviços. No design gráfico, "a essência é dar ordem às informações, formas às idéias, expressões e sentimentos a artefatos que documentam a experiência humana".

Áreas do design gráfico

  • Identidade Visual
  • Sinalização (placas de identificação, de direção, painéis, tótens, etc.)
  • Editorial (jornais, revistas, livros, folders)
  • Embalagem (papelão, madeira, plástico, alumínio e etc.)

 

 
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